TAPIOCA
Matueté Blog
9 de abril de 2010 0

:: (a) Ásia | Natureza

Minhas lembranças sobre esta terceira viagem às Maldivas estão fresquinhas, mas mesmo daqui muitos anos sei que vou recordar com detalhes sobre ela, pois é um destino inesquecível! Parti no início deste ano à este arquipélago localizado no sul do continente asiático, no Oceano Índico. Na ida, uma paradinha rápida em Dubai para me atualizar sobre esta cidade que cresceu radicalmente e está em constante evidência em virtude das mega-construções. Pude conhecer o enorme e novíssimo Dubai Aquarium & Underwater Zoo e fiquei boquiaberta com a magnitude e quantidade de espécies que estão lá em exposição. 

Visitei também o recém-inaugurado Burj Khalifa, maior prédio do mundo e futuro endereço do Armani Hotel. Valeu a pena a vista panorâmica e quase infinita do “At the Top”, um observatório localizado no andar 124 da torre. 

Quando desembarquei nas Maldivas com meu equipamento de mergulho, sabia da enorme diversidade de vida marinha que ia encontrar por lá – e mesmo assim, me surpreendi. O arquipélago é formado por 26 atóis e cada um reserva surpresas diferentes sob a superfície. Como escolhi hotéis distintos e localizados em atóis que não havia visitado ainda, entendi que o encanto de uma viagem às Maldivas depende também do atol escolhido para a hospedagem. Desde a possibilidade de mergulhar em arrecifes pertinho da costa até a melhor localização para conseguir um pôr do sol incrível, os hotéis e seus atóis são o ponto alto da viagem. 

A variedade de hotéis nas Maldivas é espantosa, portanto para cada perfil de viajante há um hotel que se adequará às expectativas. No meu caso, ter uma bicicleta a disposição para circular pelo atol durante todo o dia, boas opções gastronômicas e águas cristalinas para mergulhos memoráveis, foram suficientes para enquadrar o destino em meus favoritos! 

O tipo de quarto é outra questão que merece ser considerada enquanto planeja uma viagem às Maldivas. Um bangalô na praia, pé na areia, trás uma independência incrível para quem é mais ativo, principalmente se há bikes a disposição. Já os bangalôs overwater são uma experiência à parte – em alguns, o único meio de acesso é por canoas! E há ainda bangalôs em meio às árvores, suspensos – também incríveis e com vistas lindas! 

  

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